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SUBSTÂNCIA ENCONTRADA NO QUEIJO PODE PROLONGAR VIDA E EVITAR CÂNCER

Benefícios do Queijo Mussarela Mutumilk

Experimento mostra aumento de 25% na longevidade de ratos de laboratório que consumiram a espermidina, uma substância encontrada em queijos envelhecidos. Eles também tiveram menos câncer e fibrose hepática.

Pesquisadores da Universidade Texas A&M descobriram que uma substância contida em alimentos como queijos envelhecidos, cogumelos, grãos e nozes pode prolongar a vida e prevenir o câncer de fígado e a fibrose hepática, mesmo em pessoas predispostas a contrair essas doenças.

Segundo o estudo publicado na revista “Cancer Research”, a substância conhecida como espermidina foi introduzida por via oral em ratos de laboratório, do início até o fim da vida, e os pesquisadores observaram que eles viveram mais do que aqueles que não receberam a substância – o aumento foi de até 25%.

“Em seres humanos, isso significa que, em vez de uma média de 81 anos, as pessoas podem passar dos 100 anos. É um aumento drástico”, afirmou o pesquisador Leyuan Liu. Além disso, as cobaias que receberam espermidina tiveram menos câncer de fígado e fibrose hepática, mesmo quando tinham uma predisposição natural para essas doenças.

Os especialistas explicam, no entanto, que para conseguir esses resultados é preciso começar a ingerir a espermidina o mais cedo possível, de preferência logo que se começa a consumir alimentos sólidos. Nos experimentos em animais de idade mais avançada, o aumento da longevidade foi de apenas 10%.

Os pesquisadores avaliam que os efeitos colaterais da espermidina sejam mínimos, uma vez que ela é encontrada em alimentos e no próprio corpo humano, tendo sido detectada pela primeira vez no esperma humano, o que deu origem ao seu nome. Os próximos passos são testar esse composto em seres humanos, para se certificar de sua eficácia e segurança.

Liu apresentou ainda uma ideia de uso para a espermidina. “Imagina se colocarmos espermidina nas garrafas de cerveja? Ela equilibraria o álcool e ajudaria a proteger o fígado”, disse.



FONTE: http://milknet.com.br/index.php/2017/05/03/substancia-encontrada-no-queijo-pode-prolongar-vida-e-evitar-cancer/#

INTOLERÂNCIA À LACTOSE E ALERGIA À PROTEÍNA DO LEITE DE VACA

Qualidades do Queijo Mussarela Mutumilk

Há tempos verifica-se a ocorrência de efeitos não desejáveis provenientes do consumo de alguns tipos de alimentos. Dentre eles, destacam-se como principais neste texto aqueles distúrbios ocorridos a partir da ingestão de leites e derivados, sendo eles a Alergia à Proteína do leite e a Intolerância à Lactose. Essas são desordens que muitas vezes se confundem, entretanto apresentam origens distintas e mecanismos bem diferentes.

A alergia à proteína do leite ocorre quando, logo após a ingestão de produtos lácteos, nosso organismo vê as proteínas presentes nesses alimentos como um “corpo estranho”, gerando intensa resposta a elas, com o objetivo de combatê-las e eliminá-las. Isso ocorre devido ao mecanismo de defesa do nosso corpo, conhecido como sistema imunológico. As principais proteínas contidas nos lácteos que levam à alergia são: caseína, α-lactoalbumina e a ß-lactoglobulina (VANDERHOOF, 2015). Os sintomas aparecem nos primeiros momentos após a ingestão, sendo mais comum a inflamação do esôfago e dificuldade de engolir, causando impacto direto no consumo de alimentos, dor abdominal, vômitos, e outros.

Já o termo intolerância à lactose está associado a uma incapacidade que o organismo encontra em digerir o açúcar do leite, a lactose. Nesse caso não há resposta imune como citado anteriormente, mas sim uma deficiência na atuação de uma enzima importante na quebra desse açúcar, para que posteriormente ele possa ser absorvido no nosso intestino, enzima essa chamada de lactase. Quando a lactose não é digerida no intestino ela fica depositada ali, gerando concentração e acúmulo de água que migra para este local. Com isso, pode-se ver os primeiros sintomas do distúrbio, sendo diarréia, cólica, gases e distensão abdominal os principais desencadeados.

Em ambos os casos, os indivíduos portadores dessas alterações tomam a decisão de excluir de sua dieta os produtos lácteos. Porém, essa escolha deve ser feita com cautela a fim de não prejudicar a qualidade nutricional da sua alimentação, uma vez que deve haver reposição de nutrientes que se equivalem a estes perdidos na alimentação isenta de lácteos. O leite é rico em proteínas, de alto valor nutricional, gorduras, vitaminas (especialmente as do complexo B, com destaque para a B2 e B12) e minerais (como o cálcio e fósforo e, no leite integral, vitaminas A e D) (MATTANNA, 2011 apud OLIVEIRA, 2013).

Outro fator que deve ter enfoque é a necessidade da leitura dos rótulos dos produtos industrializados, pois podemos encontrar alguns componentes que contém a proteína do leite, como caseína, caseinatos, hidrolisados (de caseína, de proteínas do leite e do soro), lactoalbumina, β-lactoglobulina, soro de leite e creme de leite (MORAIS, 2007 apud OLIVEIRA, 2013). É imprescindível também lembrar a importância de um diagnóstico completo com realização de exames para verificar possíveis perdas e carências nutricionais, com o objetivo de não só prevenir complicações, como também promover a saúde do paciente.



FONTE: http://milknet.com.br/index.php/2017/05/22/intolerancia-a-lactose-e-alergia-a-proteina-do-leite-de-vaca/

LEITE: 7 DICAS DE MANEJO PARA PRODUZIR COM QUALIDADE

Dicas de Manejo para Produzir com Qualidades

Alguns cuidados com a saúde animal e com a temperatura do produto podem reduzir a acidez do leite

A pecuária de leite está em constante evolução no Brasil e os produtores se esforçam para alcançar uma produção eficiente e de qualidade. Segundo Stephen Janzen, nutricionista da Quimitia Brasil, empresa fabricante de insumos para a nutrição animal, a ausência de acidez do leite é uma característica importante no momento de avaliar a qualidade do produto e pode ser controlada com boas práticas.

Quanto menor o nível de acidez, melhor a qualidade do leite. “De fato, quanto mais dermos a devida importância na manutenção da saúde do sistema mamário, higiene dos equipamentos e eficiência na manutenção da temperatura do leite, menor será ocorrência de leite ácido”, afirma Stephen.

Leite Ácido

O leite ácido é considerado um dos principais vilões pelos produtores do setor. Segundo o nutricionista, a legislação que regula o trabalho considera como leite ácido aquele que apresenta acidez acima de 18º Dornic (escala de graus utilizada para medir acidez), o que pode ser proveniente da acidificação do produto por microrganismos presentes e em multiplicação no próprio produto e que fazem o desdobramento da lactose.

Saúde do úbere

De acordo com Janzen, a obtenção de leite de qualidade está relacionada tanto à saúde do úbere das vacas, que é avaliada pelo índice de Contagem de Células Somáticas (CCS), à higiene dos equipamentos de ordenha e no tempo de resfriamento do leite, que deve ser mantido na temperatura de 4ºC. Esses são monitorados pelo índice de Contagem Bacteriana Total (CBT).

Confira sete dicas para melhorar a qualidade do leite

  • É importante realizar o controle e registro da incidência de mastite clínica e subclínica. Para isso recomenda-se a utilização dos métodos de diagnostico, como caneca de fundo escuro, California Mastit Test (CMT) e Contagem de Células Somáticas (CCS).
  • Na ordenha, os primeiros jatos de leite devem ser despejados em uma caneca de fundo escuro, para que ocorra a remoção dos microrganismos naturalmente presentes na extremidade do teto, provenientes de resíduos da ordenha anterior e para, ao mesmo tempo, avaliar-se a ocorrência de mastite.
  • As teteiras somente devem ser colocadas em tetos higienizados e secos. De acordo com o especialista, quando houver necessidade, deve-se utilizar água com pouca pressão e a secagem deve ser realizada com toalhas de papel descartáveis.
  • Ao fim do fluxo de elite, o produtor deve controlar a ordenha e retirar o conjunto. A retirada das teteiras deve ser feita com bastante cuidado e sempre se desligando o fluxo de vácuo deste conjunto.
  • Não utilizar pré e pós-dipping, utilizando-se produtos de eficácia e qualidade reconhecidas.
  • É importante dar atenção especial para a higiene do funcionário e dos equipamentos de ordenha.
  • Após a ordenha, no menor tempo possível deve-se ter o leite resfriado a 4ºC para evitar a multiplicação de microrganismos que possam provocar a acidificação do leite.


FONTE: http://milknet.com.br/index.php/2017/05/25/leite-7-dicas-de-manejo-para-produzir-com-qualidade/

Cálcio dos lácteos pode reduzir a absorção de gordura das refeições

Cálcio dos Lácteos Pode Reduzir a Absorção de Gordura das Refeições

Cálcio de origem láctea diminui os níveis de gordura no sangue depois da refeição, diz estudo dinamarquês. Segundo o estudo, publicado no American Journal of Clinical Nutrition, o nível de triglicerídeos no sangue (a principal forma da gordura no sangue após a absorção), esteve entre 15 e 19% menor quando foi consumido cálcio de origem láctea, em comparação com consumo de cálcio proveniente de suplementos. “Pelo que sabemos, esse estudo é o primeiro que mostra que o aumento de consumo de cálcio proveniente de dieta láctea exerce uma diminuição do efeito na absorção de gordura pós-prandial,” diz a autora Janne Kunchel Lorenzen, da Universidade de Copenhagen.


“O aumento do consumo de cálcio proveniente dos lácteos atenua a lipidemia pós-prandial, muito provavelmente por causa da redução de absorção da gordura, enquanto que a suplementação com carbonato de cálcio não exerce esse mesmo efeito,” dizem os pesquisadores. Os pesquisadores ainda sugerem que a forma na qual o cálcio se encontra deve ter uma relação nos efeitos observados, sendo que na maioria das vezes está presente como fosfato de cálcio. No ano passado, o Dr. Zemel da Universidade do Tennessee, disse aos presentes na Conferência do Paris Anti- Obesity Therapies 2006 que os lácteos podem ajudar na redução da gordura corporal e que esse cálcio representa 40 % desse efeito.



FONTE: http://milknet.com.br/index.php/2016/09/06/calcio-dos-lacteos-pode-reduzir-a-absorcao-de-gordura-das-refeicoes/

A importância do ordenhador para a produção de leite de qualidade

A Importância do Ordenhador para a Produção de Leite de Qualidade

A produção de leite de qualidade não é uma meta plenamente fácil de ser alcançada por um motivo bastante simples: depende da correta execução e adequação de algumas tarefas e fatores, como por exemplo:

  • Condição de limpeza e conforto do ambiente das vacas;
  • Condição alimentar e de saúde das vacas;
  • Manejo e higiene na ordenha;
  • Controle da mastite e de outras doenças;
  • Condições de infra-estrutura do ambiente de permanência das vacas e da sala de ordenha;
  • Qualidade dos desinfetantes de tetos e dos de limpeza dos utensílios de ordenha;
  • Rapidez no resfriamento do leite;
  • Condição de armazenamento do leite;
  • Disponibilidade de energia elétrica;
  • Condição da estrada de acesso à propriedade.


Dentre estas tarefas e fatores citados, muitos necessitam de investimentos financeiros para se adequarem à produção de leite com qualidade. Dependendo do momento econômico em que o país se encontra, estes podem ser mais fáceis ou difíceis de serem corrigidos.


Mas existe um fator, de essencial importância para a produção de leite de qualidade, que pouco depende de investimento financeiro; depende muito mais de boa vontade, incentivo e pró-atividade. É a qualificação e motivação da mão de obra que trabalha diretamente na ordenha. Em simples palavras: a capacitação do ordenhador.


Qual é o papel do ordenhador na produção de leite de qualidade? É ele quem obtém, de forma direta, o principal produto de uma propriedade leiteira. É este colaborador que está em contato direto com o leite e de cujo trabalho depende todo o resultado dos esforços realizados por uma ou várias pessoas numa pequena, média ou grande propriedade leiteira.


Todas aquelas tarefas e fatores citados acima fazem parte, direta ou indiretamente, da função do ordenhador. Por isso, a execução das atividades de ordenhador, pode, positiva ou negativamente, afetar enormemente a qualidade do leite produzido. Muitos estudos mostram a importância da relação ordenhador-vaca na produção de leite de qualidade. Por exemplo, um destes estudos relatou que a presença durante a ordenha, de funcionários agressivos, aumenta em 70% o volume de leite residual, um dos fatores de risco para ocorrência de mastite; e que as vacas sob influência desses funcionários defecam seis vezes mais durante a ordenha do que vacas sob influência de ordenhadores calmos e gentis (Seabrook, 1994 e Breuer et al., 2000). Uma pesquisa recente relatou que em propriedades leiteiras nas quais a rotina de ordenha está descrita e ocorre treinamento frequente de seus funcionários, o número de vacas ordenhadas por hora por ordenhador é maior e a taxa de mastite clínica é menor. A qualificação do ordenhador, portanto, é fundamental na produção de leite de qualidade. O ordenhador deve conhecer as metas a serem atingidas, em que lugar do processo ele se localiza na obtenção destes resultados e saber realizar suas atividades corretamente. Saber realizar significa não somente executar a parte operacional, mas compreender também o porquê de cada etapa do processo. Quanto maior for o seu entendimento do motivo e da importância de cada tarefa que ele executa, maiores serão as chances de que elas sejam realizadas corretamente.


Por exemplo, se ele souber que deve realizar o teste da caneca telada em todos os tetos, em todas as vacas, em todas as ordenhas do dia, ele poderá realizar facilmente tal tarefa. Mas se ele estiver consciente de que aquela prática de retirar três jatos de leite de cada teto antes da ordenha facilita o diagnóstico precoce da mastite clínica, elimina os jatos de leite mais contaminados, auxilia no estímulo à descida do leite e ainda evita que o leite das vacas com mastite clínica, que possui alta CCS, seja colocado junto ao leite das vacas sadias, com toda certeza ele não esquecerá de realizar tal tarefa com zelo e responsabilidade. Em muitas ocasiões, o ordenhador não é responsável somente pelo ato mecânico da ordenha, mas também deve zelar pela saúde dos animais, na detecção de mastite clínica, no tratamento de doenças, na aplicação de vacinas, etc.; ele se torna o braço direito do veterinário.


Por isso, o treinamento é fundamental para gerar funcionários bem informados, que saberão corretamente o que fazer no momento oportuno. O treinamento e o conhecimento proporcionam autonomia e segurança nas importantes e urgentes tomadas de decisão que surgem a todo tempo. Quantas vezes e em quantas diversas situações escutamos produtores de leite dizendo: “trabalhar com peão não dá!” ou “mão de obra é o meu maior problema aqui na fazenda!”? Enquanto estes rótulos são criados e mantidos, a distância entre o real e o possível é cada vez maior; e os paradigmas, cada vez mais enraizados.


A maioria desses funcionários não são assim, eles estão assim. Principalmente pela falta de alguém (no caso, o proprietário, o gerente, o veterinário, o técnico responsável) capaz de promover a modificação do ambiente, das pessoas e da cultura em geral. A verdade é que ninguém nasce sabendo exatamente o que deve ser feito. É necessário que alguém os ensine a fazer. Como e porquê. A capacitação do ordenhador quanto às práticas para produção de leite de qualidade pode ser realizada periodicamente, de acordo com a necessidade de cada propriedade e sempre que houver um funcionário novo naquela função. Não são necessárias grandes ou novas tecnologias para este treinamento.


Ele pode ser feito no escritório, dentro do fosso, na sala de ordenha, utilizando computador ou quadro negro, não importa. O fundamental é que todos estejam envolvidos e cientes da relevância das informações que estão sendo passadas ali. Quando pensamos nas atividades que devem ser realizadas rotineiramente numa propriedade leiteira, várias funções nos vêem à cabeça: dirigir o trator, cuidar das bezerras, picar a cana, buscar a silagem, tratar as vacas de leite e o gado solteiro, limpar as camas das vacas, os cochos de alimentação, os bebedouros, limpar o curral, consertar uma cerca, vacinar o gado contra a aftosa. Todas essas funções exigem conhecimento e experiência e devem ser realizados de forma contínua. Quando se trata da ordenha, realizada uma, duas ou três vezes ao dia, esta não pode, em hipótese alguma, deixar de ser feita.


Faça chuva ou faça sol, seja Natal, réveillon ou feriado. Não há como deixar de ordenhar as vacas, mesmo em condições bastante adversas, como por exemplo, quando há falta de energia elétrica em uma propriedade cuja ordenha seja mecânica. Assim, o trabalho do ordenhador é bastante rotineiro; sua função se repete em toda ordenha, durante todos os dias do ano, sem exceção. E este é um fato que, se não for levado em consideração, pode desencadear situações de estresse, esgotamento físico e mental e até mesmo em pedidos de demissão. Por isso, quando falamos em motivação do ordenhador, estamos falando em mostrar claramente para este trabalhador quão vital é a sua função para o sucesso do negócio. E reconhecê-lo por isso.


Seja na forma de bonificação financeira ou por meio de prêmios, placas, elogios. Em inúmeras situações, não é somente a remuneração que garante a satisfação do empregado; ser reconhecido por aquilo que faz, com a competência que exerce, muitas vezes, é o maior prêmio para um homem. Quando o ordenhador aprende a função, ele gosta do que faz, discute, traz novas idéias e conceitos sobre o que é melhor ou mais adequado.


A capacitação de ordenhadores serve justamente para isso, abrir este diálogo entre funcionário, veterinário e produtor, encontrando a melhor forma de solucionar os problemas. Quando o ordenhador aprende, ele é pró-ativo, criativo, questiona, discute e inova. Saber que seu trabalho pode interferir enormemente nos resultados finais do negócio instiga seu interesse diante dos desafios. É neste diálogo aberto que entra a motivação. O ordenhador se sente útil, fica feliz e motivado sabendo que faz parte daquilo, que não está apenas cumprindo ordens, ele mesmo ajudou a fazer, participou da melhoria dos resultados. Foi o trabalho dele que possibilitou o sucesso.


O envolvimento das pessoas com o negócio permite o diálogo, a reflexão e estimula a vontade de fazer bem feito, de se atingir as metas e os resultados. Um bom ordenhador pode ser formado de duas maneiras: contratando uma pessoa “pronta”, com boas indicações e valores individuais ou formando esta pessoa, dando valor aos princípios morais e à vontade de aprender, investindo na sua capacitação pessoal e profissional. A primeira opção é a mais simples, mas a segunda é a mais sustentável.


A mente das pessoas é um canteiro fértil para proliferação de ideias, conceitos e valores; sua formação dependerá do que foi plantado. “Trate as pessoas como se elas fossem o que poderiam ser e as ajudará a se tornarem aquilo que são capazes de ser”


FONTE: http://milknet.com.br/index.php/2016/09/04/a-importancia-do-ordenhador-para-a-producao-de-leite-de-qualidade/

Qualidade do leite: a indústria exige e o produtor atende

Qualidade do Leite: A Indústria Exige e o Produtor Atende

O mercado de leite nacional está numa fase de recuperação de preços. Para os pagamentos referentes às produções entregues em janeiro e em fevereiro, houve reajuste médio de 4,26%, com expectativa de alta entre 3% e 5% para o próximo pagamento. No mesmo período, a variação média registrada em Minas Gerais foi de 5,42%.


O Estado é o maior produtor de leite do País, responsável por quase 30% da produção nacional. O fato é que os preços recebidos pelos produtores variam muito, até dentro de uma mesma região. A qualidade da matéria-prima, o volume a ser entregue, o fato de o leite estar ou não refrigerado e a fidelidade do produtor com a indústria são fatores levados em consideração na formação do preço.


O que tem se observado nos últimos meses, em Minas Gerais, é que as indústrias estão procurando, de maneira geral, uma matéria-prima de melhor qualidade. Para manter-se na atividade, o produtor precisa oferecer um produto que atenda às exigências do mercado. Atualmente, uma das maiores exigências diz respeito, justamente, à qualidade do leite. Observe a figura 1. Veja que a diferença entre os valores máximos e mínimos pagos aos produtores na região do Triângulo Mineiro, a principal bacia leiteira do Estado, vem diminuindo mês a mês. Não é que o leite de menor qualidade tem se valorizado mais do que o leite de melhor qualidade. A interpretação correta dessa figura é que as indústrias do Triângulo Mineiro têm procurado uma matéria-prima melhor, com maior rendimento, e os produtores estão respondendo a essa demanda. Aqueles que não conseguem oferecer esse produto estão abandonando a atividade.


Entenda: Leite de qualidade vale mais do que leite sem qualidade. A partir do momento que o mercado exige um produto melhor, e o setor atende a exigência (elevando os padrões mínimos de qualidade), a tendência é que os valores mais baixos – referentes à matéria-prima que era de pior qualidade – se elevem. Ou seja, a qualidade da base está melhorando, levando à reação dos preços mínimos. Vale lembrar que 2006 foi um ano difícil para a pecuária leiteira. No ano passado o preço médio pago ao produtor caiu ao patamar mais baixo da história, com base em valores corrigidos pelo IGP-DI. Porém, no Triângulo Mineiro, em nenhum momento dos últimos 14 meses os preços mínimos pagos aos produtores sofreram retrações. E aqueles que estão no topo, oferecendo às indústrias os produtos de melhor qualidade, também têm colhido bons resultados.


De acordo com estudo realizado pela Scot Consultoria, em que foram analisados os comportamentos dos preços do leite pagos aos produtores em Minas Gerais, de janeiro de 2006 a fevereiro de 2007, observou-se que os maiores valores pagos, que se referem à matéria-prima de melhor qualidade, foram, em média, 16% superiores ao preço médio do Estado. No caso da região do Triângulo Mineiro, a diferença média chegou a 20%, no mesmo período.


Há alguns anos, quando começaram as discussões sobre a Instrução Normativa 51, que estabelece os requisitos mínimos para produção, qualidade e identidade do leite, muito se falava sobre a preocupação com os pequenos produtores se enquadrarem às novas exigências, uma vez que são a grande maioria dos fornecedores de leite do País, muitos ainda produzindo em sistemas “tradicionais”. No entanto, a Instrução Normativa não exclui nenhum produtor, contrariando o que se pensava. A IN 51 atribui parâmetros e critérios para definir qualidade do leite.


É uma oportunidade de se enquadrar no mercado de leite. O que exclui os produtores da atividade é o próprio mercado, quando as empresas não se adaptam às necessidades. As exigências em produtividade, profissionalismo gerencial e qualidade da matéria-prima são consideráveis. O produtor que não as atende está propenso a sair da atividade.


É a profissionalização do setor. Ainda falta muito a fazer, existem muitos mercados a conquistar e muitas variáveis a discutir. Mas o setor leiteiro está no caminho certo. Autora: Cristiane Turco, médica veterinária, Scot Consultoria.



FONTE: http://milknet.com.br/index.php/2016/09/01/qualidade-do-leite-a-industria-exige-e-o-produtor-atende/

Qualidade do leite: importante pra quem?

Qualidade do Leite: Importante pra quem?

As mudanças político – econômicas ocorridas no mundo nos últimos anos determinaram ajustes em todos os setores da sociedade brasileira. A produção de leite está cada vez mais competitiva, portanto, é importante buscar ganhos efetivos na quantidade e qualidade do leite produzido. A questão da melhoria da qualidade do leite é de fundamental importância neste momento de transformação. Santos e Fonseca (2007) afirmam que não pode participar do mercado global sem que a matéria-prima tenha qualidade compatível com as exigências dos países consumidores, e nem competir com produtos com rendimento industrial superior. Cada vez mais se torna importante produzir leite com qualidade. A higiene do animal, do ordenhador e das instalações são ações necessárias para atingir este objetivo. Para uma correta higienização, os vaqueiros devem limpar e desinfetar as instalações e utensílios utilizados, lavar as mãos antes da ordenha, além de no momento da ordenha fazer os testes de mastite e a desinfecção das tetas do animal, secá-las com papel toalha e, após a ordenha, desinfetar novamente as tetas. Outra ação importante trata da conservação do leite ordenhado em baixas temperaturas. A mudança na composição do leite, segundo Santos e Fonseca (2007), pode alterar significativamente o seu valor como matéria – prima para a fabricação de derivados. Para exemplificar, a diminuição de 0,5% de sólidos totais ou 0,1% de proteínas pode significar a perda de até 5 toneladas de leite em pó ou 1 tonelada de queijo, para cada milhão de litros de leite processados. Os fatores que podem interferir na produção e composição do leite são a raça, estágio de lactação, herança genética, porção e intervalo entre as ordenhas, estação do ano, saúde da vaca e mastite. A aplicação de Boas Práticas de Produção (BPP) na bovinocultura de leite, segundo Valin et al. (2009), apresentou-se como alternativa para minimizar os riscos de contaminação nas diferentes etapas do processo de produção. Esses procedimentos são capazes de reduzir a contaminação microbiana e/ ou física do leite. As BPP fundamentam-se na exclusão, remoção, eliminação, inibição da multiplicação de microrganismos indesejáveis e/ou corpos estranhos e devem ser implantadas em toda cadeia produtiva. Segundo Souza et al. (2005), os principais fatores de riscos para a alta de Contagem de Células Somáticas (CCS) são a não realização de antissepsia antes e depois da ordenha, a não utilização de linha de ordenha, o fornecimento de alimentação durante a mesma e a capacitação inadequada de ordenhadores É possível melhorar a qualidade do leite produzido no Brasil, porém as melhorias passam por mudanças culturais e principalmente, via educação. Deve-se lembrar de que os avanços na melhoria da qualidade do leite beneficiam produtores, indústria, consumidores e principalmente, o País. Qualittasadaptado pela Equipe Milknet 25/05/2015.



FONTE: http://milknet.com.br/index.php/2016/09/01/qualidade-do-leite-a-industria-exige-e-o-produtor-atende/
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